sexta-feira, 1 de julho de 2011

BULLYING


Senado quer combater bullying nas escolas

A proposta é que as instituições se comprometam ainda mais com o assunto
A Comissão de Educação do Senado aprovou neste mês de junho (dia 14), um projeto que obriga as escolas a prevenirem e combaterem o bullying. A proposta é que as instituições de ensino se comprometam ainda mais a trabalhar pela promoção de um ambiente escolar seguro, e que adotem estratégias de prevenção e combate, que serão incluídas na Lei das Diretrizes e Bases da Educação (LDB).
 
"Os efeitos do bullying são deletérios, causando enorme sofrimento às vítimas. Isso é ainda mais grave quando se trata de bullying nas escolas”, defende o autor do projeto, Gim Argello (PTB-DF). O relator, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), enfatizou que o objetivo da proposta é envolver diretamente as escolas na discussão, para que o tema não seja tratado apenas como um problema entre o autor e a vítima. Ele destaca que cabe a cada escola definir de que forma vai enfrentar o tema, mas sugere medidas como capacitação dos profissionais da educação, interação com os pais, articulação com responsáveis pela segurança pública e conscientização dos alunos.
 
Como tem caráter terminativo, o projeto segue direto para a Câmara, salvo se for feito um recurso de pelo menos 10% dos senadores para votação em plenário.


Fonte:

Apud: 

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Fobia Social


Fobia social
Até o início do ano 1980, a Fobia Social era analisada como um tipo de transtorno de ansiedade, sendo foco de pesquisa sistemática pela Associação Psiquiátrica America (APA, 1980 e 1987) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 1992).
Somente em 1994, a APA definiu a fobia social como sendo um “tremor pronunciado e persistente diante de uma ou mais situações sociais ou de atuação em público nas quais a pessoa se vê exposta a desconhecidos ou ao possível escrutínio por parte dos demais. O sujeito teme agir de alguma maneira (ou mostrar sintomas de ansiedade) que possa ser humilhante ou embaraçosa” (APA, 1994, p. 416).
As pessoas com fobia social tentam evitar ao máximo possível as seguintes situações:
Marcar encontros com alguém
Frequentar festas sociais
Comportar-se assertivamente
Falar com pessoas que detenham um tipo de poder/autoridade
Fazer contato visual com pessoas que não conhece
Falar em público
Atuar (dançar, cantar, interpretar)
Comer/beber em público
Escrever/trabalhar sob observação
Utiliza banheiros públicos e outros.
Estas são as situações rotineiras mais descritas pelos pacientes fóbicos sociais que também relatam como sintomas físicos os tremores de mãos, palpitações, sudorese, tensão muscular, sensação de vazio no estômago, boca seca, calafrios (seja pelo frio ou pelo calor), ruborização e dores de cabeças.
O tratamento da fobia social por meio da terapia cognitivo-comportamental é a mais conhecida e reconhecidamente eficaz. Baseia-se inicialmente em técnicas de respiração e relaxamente para que o paciente reconheça o corpo como extensão de sua mente e do qual é possível controlar, seguido por mudanças de crenças sociais que resultaram em mudanças de comportamentos.
Por exemplo, os fóbicos sociais diante de uma situação de almoço em restaurante possuem pensamentos de que estão sendo julgados ou criticados pelas pessoas ao redor assim como ao falarem em público possuem pensamentos de incapacidade “aquela mulher está me encarando, devo ter falado alguma palavra errada” e de inadequação “as pessoas estão olhando para mim, devo estar com a roupa suja”.

domingo, 29 de maio de 2011


" Não considere nenhuma prática como imutável. Mude e esteja pronto a mudar novamente. Não aceite a verdade eterna. EXPERIMENTE. (Skinner. 1969 p. VII)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Dia Mundial da Esclerose Múltipla (25/05)

Especialista explica que a progressão da doença pode ser melhor controlada em pacientes que recebem tratamento adequado desde o primeiro surto.





Hoje, é comemorado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. Nesta data devemos reforçar a importância do tratamento precoce da doença, isto é, logo que surge o primeiro surto de esclerose múltipla (EM). “O início do tratamento com o uso dos imunomoduladores logo após o primeiro surto da doença é uma tendência mundial”, afirma o Dr. Roberto M. Carneiro de Oliveira, médico neurologista que atua em São Paulo.
De acordo com o especialista, quando iniciado ainda na primeira crise, o tratamento permite um melhor controle da EM. “Tendo em vista que cerca de 76% dos pacientes que apresentam o primeiro surto terá novas crises ao longo da vida, tratar precocemente a EM permite melhor controle sobre a evolução da doença, com menos surtos e, quando esses surtos acontecem, vêm em menor intensidade”, explica o neurologista.
 
O tratamento precoce com o uso de imunomoduladores – como BETAFERON® (betainterferona 1b, da Bayer HealthCare Pharmaceuticals) está associado à melhora da função cognitiva em pacientes com até dois anos de diagnóstico da doença. O déficit cognitivo pode ser observado em até 70% dos pacientes com EM, sendo que o uso de imunomoduladores mostrou-se eficaz em diminuir a evolução de possíveis incapacidades.
O déficit cognitivo pode reduzir a independência do paciente na rotina diária, sendo que 2/3 das pessoas diagnosticadas com EM e que apresentam alteração cognitiva tiveram de modificar, reduzir ou parar de trabalhar.
“Os pacientes que não aderem a um tratamento adequado tendem a evoluir de forma mais rápida para um estágio degenerativo da EM, o que pode levar à perda da capacidade motora e prejuízo das funções cognitivas, entre outros problemas”, enfatiza Dr. Roberto M. Carneiro de Oliveira. O neurologista ainda ressalta que, embora estejam surgindo novas opções de medicamentos, devemos ficar atentos para que se respeitem as opções de tratamento adequadas à fase da doença.
Devemos iniciar o tratamento com medicamentos de primeira linha, que são os imunomoduladores injetáveis. “São esses medicamentos que garantem uma melhor evolução da EM”, destaca o especialista. O uso de medicamentos imunossupressores, orais ou injetáveis, deve ser reservado para aquelas situações onde não se obteve controle adequado da EM com os imunomoduladores.
 
Alerta - Uma coisa essencial e que todo paciente com EM deve saber é que todo surto deve ser tratado como uma emergência.
Ao primeiro sinal de que vai se desencadear uma crise, é fundamental que busque ajuda médica nos centros de referência. Isso porque a evolução do surto é muito rápida e o paciente tem poucas horas para se submeter ao tratamento de emergência com a aplicação de altas doses de corticoides. “O tratamento de emergência  pode evitar lesões neurológicas sérias e irreversíveis.
Entretanto, com os recursos avançados de diagnóstico por meio de ressonância magnética, se torna muito fácil detectar o início de um surto de EM e, assim, possibilitar o início do tratamento emergencial”, reforça Dr. Roberto M. Carneiro de Oliveira.
O que é a EM? – A esclerose múltipla é uma doença inflamatória autoimune do sistema nervoso central que pode provocar dificuldades motoras e sensitivas, além de comprometer a qualidade de vida dos pacientes.
É um processo desencadeado pelo próprio sistema imunológico (por isso chama-se autoimune) e que destrói a mielina (desmielinizante), estrutura lipoprotéica que reveste o neurônio e é fundamental na transmissão dos impulsos nervosos, já que auxilia na condução das mensagens que controlam todos os movimentos conscientes e inconscientes do organismo.
As causas da EM ainda são desconhecidas, mas sabe-se que o desenvolvimento da doença difere de uma pessoa para outra, sendo mais comum nas mulheres do que nos homens. Segundo a Federação Internacional de Esclerose Múltipla, existem cerca de 2,5 milhões de pacientes em todo o mundo.
No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), são mais de 30 mil portadores, sendo que desse total apenas cinco mil recebem tratamento adequado devido à demora no diagnóstico.
Os sintomas mais comuns da doença são: fadiga, fraqueza muscular, parestesia (sensação tátil anormal, como formigamento), visão dupla, tremor, disfunção da bexiga e do intestino e dificuldade para falar. O paciente pode ainda apresentar apatia, desatenção, euforia, choro súbito, entre outros sintomas emocionais. Alguns desses sintomas são evidentes e outros sutis, daí a importância de se conhecer os sinais e buscar ajuda médica assim que eles surjam.

  • Sobre a Bayer HealthCare Pharmaceuticals
 
A Bayer HealthCare Pharmaceuticals reúne 38 mil funcionários em mais de 150 países e está entre as 10 maiores corporações de especialidades farmacêuticas do mundo com faturamento anual superior a €10 bilhões. A Bayer HealthCare Pharmaceuticals é formada pela união mundial da Bayer e da Schering AG, oficializada em 2006.
A unidade brasileira é a sua maior subsidiária na América Latina. A atuação no Brasil contempla diferentes áreas de negócio: Saúde Feminina, Medicina Especializada, Medicina Geral e Diagnósticos por Imagem.